blogging açoriano...
No Açores SA (http://sociedadeanonimasgps.blogspot.com) Luísa Silva destaca uma inovadora forma de avisar a população: "Na estrada entre as Furnas e a Ribeira Quente: Àrvore sim, Àrvore sim senhor. A cada curva, sempre que haja lugar para um churrasquito à sombra... Os agrafes enferrujam. O papel desfaz-se com a chuva e envelhece com o sol. E depois, como é? Toca a agrafar os avisos outra vez... Lá diz o povo que "quem avisa, amigo é", mas, não teria mais sentido um cartaz no início e no final do percurso a avisar que é proibido acampar? A paisagem agradece…
Nuno Barata, no Fogetabraze (http://www.fogotabrase.blogspot.com), sob o título "De que serve legislar e fechar os olhos à lei?", faz mais uma denúncia: "Na Reserva Natural da Baía de São Lourenço, passam-se coisas que a gente nem acredita. Acho muito bem que se façam "raves" e festas ao ar livre e concertos e festivais e essas coisas todas que animam a malta e até contribuem para a economia das nossas Ilhas. Contudo, há coisas que não fazem sentido. Por exemplo uma "rave", concerto de DJ´s ou lá o que é que se pode chamar ao que aconteceu esta noite (18 de Agosto) na Reserva Natural da Baía de São Lourenço. Começaram a passar música, ou seja a fazer barulho, por volta das 23horas e acho que eram já 7horas da manhã quando se calaram. Ora, não faz qualquer sentido fazer coisas destas em São Lourenço. Por diversas razões entre as quais passo a enumerar: 1ª Trata-se de uma Reserva Natural e lugar de nidificação das mais importantes espécies da avifauna marinha dos Açores como o Cagarro e o Garajau rosado; 2ª Trata-se de um lugar onde, por tradição, quem para cá vem em férias fá-lo em busca de sossego e não de barulho, mesmo que seja barulho cultural; 3ª O lugar não tem condições para receber gente de fora, já que não tem estacionamento (fazem a festa num dos poucos parques), instalações balneárias, recolha de lixo entre outras coisas que seriam exigíveis para que uma festa desta natureza se realizasse num lugar com as características de reserva natural. Ironia das ironias, o festival Baía do Rock (coisa mais mal parida) é da responsabilidade de uma associação denominada Círculo de Amigos de São Lourenço. Quais amigos qual carapuça. Espero bem que a Senhora Secretária Regional do Ambiente e do Mar (que faz parte de um Governo com enormes preocupações ambientais ao ponto de estar preocupado com o impacte ambiental de um parque de estacionamento subterrâneo a ser construído numa zona de aterro com cerca de 60 anos), através do Serviço de ambiente da Ilha de Santa Maria e da, eficiente, Ecoteca de Vila do Porto, tome as devidas precauções para que estas festas não se repitam, é que isto já vai em três anos seguidos (sempre autênticos fracassos) e se a coisa se prolonga daqui a dias é tradição e lá se vai o sossego da Reserva Natural da Baía de São Lourenço e sabe-se lá o que mais vai logo a seguir".
No blog :ilhas (http://www.ilhas.blogspot.com), é transcrito um texto de Vicente Jorge Silva na edição de 11.08.07 do Sol: "Em buscas das ilhas desconhecidas - Regresso a Lisboa depois de mais uma semana viajando pelos Açores, nos últimos preparativos para uma série de televisão e um filme inspirados num velho livro que me persegue há muito tempo, As Ilhas Desconhecidas de Raul Brandão. (...) a minha verdadeira descoberta - aquela que faltava para poder gabar-me de conhecer os Açores todos - foi a Graciosa, talvez a menos falada das nove ilhas do arquipélago mas, porventura, a mais repousante e uma das mais acolhedoras. Ali encontrei, com surpresa, uma das mais amplas e belas praças portuguesas, um autêntico passeio público de outras eras, jóia urbana que nos faz viajar pela memória de tempos e lugares que já desapareceram".
Uma já antiga (do ano passado), mas que os ribeiragrandenses garantem que se mantém actual: no Ecos do Norte (http://www.ecosdonorte.blogspot.com/), sob o título de "Toxidependência, a doença do século XXI", é denunciado que "a toxidependência alastra-se a passos largos na nossa comunidade. A nossa juventude, perdida pela droga, não encontra antídotos naturais para erradicar definitivamente o mal e sair do lamaçal onde caíu. As acções que têm sido levadas a cabo por instituições vocacionadas para o tratamento da toxidependência, não têm surtido os efeitos desejados. Os investimentos avultados feitos pelas instâncias governamentais, através dos centros de recuperação, também têm tido resultados pouco animadores. E enquanto se vão investindo verbas acentuadas para minimizar o consumo da droga, numa batalha sem fim à vista, os traficantes vão dando largas à sua imaginação para iludirem as forças policiais. O que é um facto é que o negócio alastra-se e os consumidores já não arrepiam caminho para tragar uma "passa". Os locais de consumo estão à vista de qualquer cidadão e basta passear pelo Largo Hintze Ribeiro, passando pelo arco da Câmara Municipal até ao inicio da Rua East Providence, para se perceber, pelo comportamento dos jovens, que ali há consumo de droga. Quase que diríamos, descaradamente. Nós, não temos a solução, mas alertamos para que quem de direito exerça uma acção fiscalizadora mais apertada, para que seja eficaz e pelo menos afaste daquela zona os presumíveis traficantes e consumidores, de modo a gerar mais dificuldades no negócio e consumo da droga, que é a pior doença deste século XXI".

Nuno Barata, no Fogetabraze (http://www.fogotabrase.blogspot.com), sob o título "De que serve legislar e fechar os olhos à lei?", faz mais uma denúncia: "Na Reserva Natural da Baía de São Lourenço, passam-se coisas que a gente nem acredita. Acho muito bem que se façam "raves" e festas ao ar livre e concertos e festivais e essas coisas todas que animam a malta e até contribuem para a economia das nossas Ilhas. Contudo, há coisas que não fazem sentido. Por exemplo uma "rave", concerto de DJ´s ou lá o que é que se pode chamar ao que aconteceu esta noite (18 de Agosto) na Reserva Natural da Baía de São Lourenço. Começaram a passar música, ou seja a fazer barulho, por volta das 23horas e acho que eram já 7horas da manhã quando se calaram. Ora, não faz qualquer sentido fazer coisas destas em São Lourenço. Por diversas razões entre as quais passo a enumerar: 1ª Trata-se de uma Reserva Natural e lugar de nidificação das mais importantes espécies da avifauna marinha dos Açores como o Cagarro e o Garajau rosado; 2ª Trata-se de um lugar onde, por tradição, quem para cá vem em férias fá-lo em busca de sossego e não de barulho, mesmo que seja barulho cultural; 3ª O lugar não tem condições para receber gente de fora, já que não tem estacionamento (fazem a festa num dos poucos parques), instalações balneárias, recolha de lixo entre outras coisas que seriam exigíveis para que uma festa desta natureza se realizasse num lugar com as características de reserva natural. Ironia das ironias, o festival Baía do Rock (coisa mais mal parida) é da responsabilidade de uma associação denominada Círculo de Amigos de São Lourenço. Quais amigos qual carapuça. Espero bem que a Senhora Secretária Regional do Ambiente e do Mar (que faz parte de um Governo com enormes preocupações ambientais ao ponto de estar preocupado com o impacte ambiental de um parque de estacionamento subterrâneo a ser construído numa zona de aterro com cerca de 60 anos), através do Serviço de ambiente da Ilha de Santa Maria e da, eficiente, Ecoteca de Vila do Porto, tome as devidas precauções para que estas festas não se repitam, é que isto já vai em três anos seguidos (sempre autênticos fracassos) e se a coisa se prolonga daqui a dias é tradição e lá se vai o sossego da Reserva Natural da Baía de São Lourenço e sabe-se lá o que mais vai logo a seguir".
No blog :ilhas (http://www.ilhas.blogspot.com), é transcrito um texto de Vicente Jorge Silva na edição de 11.08.07 do Sol: "Em buscas das ilhas desconhecidas - Regresso a Lisboa depois de mais uma semana viajando pelos Açores, nos últimos preparativos para uma série de televisão e um filme inspirados num velho livro que me persegue há muito tempo, As Ilhas Desconhecidas de Raul Brandão. (...) a minha verdadeira descoberta - aquela que faltava para poder gabar-me de conhecer os Açores todos - foi a Graciosa, talvez a menos falada das nove ilhas do arquipélago mas, porventura, a mais repousante e uma das mais acolhedoras. Ali encontrei, com surpresa, uma das mais amplas e belas praças portuguesas, um autêntico passeio público de outras eras, jóia urbana que nos faz viajar pela memória de tempos e lugares que já desapareceram".
Uma já antiga (do ano passado), mas que os ribeiragrandenses garantem que se mantém actual: no Ecos do Norte (http://www.ecosdonorte.blogspot.com/), sob o título de "Toxidependência, a doença do século XXI", é denunciado que "a toxidependência alastra-se a passos largos na nossa comunidade. A nossa juventude, perdida pela droga, não encontra antídotos naturais para erradicar definitivamente o mal e sair do lamaçal onde caíu. As acções que têm sido levadas a cabo por instituições vocacionadas para o tratamento da toxidependência, não têm surtido os efeitos desejados. Os investimentos avultados feitos pelas instâncias governamentais, através dos centros de recuperação, também têm tido resultados pouco animadores. E enquanto se vão investindo verbas acentuadas para minimizar o consumo da droga, numa batalha sem fim à vista, os traficantes vão dando largas à sua imaginação para iludirem as forças policiais. O que é um facto é que o negócio alastra-se e os consumidores já não arrepiam caminho para tragar uma "passa". Os locais de consumo estão à vista de qualquer cidadão e basta passear pelo Largo Hintze Ribeiro, passando pelo arco da Câmara Municipal até ao inicio da Rua East Providence, para se perceber, pelo comportamento dos jovens, que ali há consumo de droga. Quase que diríamos, descaradamente. Nós, não temos a solução, mas alertamos para que quem de direito exerça uma acção fiscalizadora mais apertada, para que seja eficaz e pelo menos afaste daquela zona os presumíveis traficantes e consumidores, de modo a gerar mais dificuldades no negócio e consumo da droga, que é a pior doença deste século XXI".
+ Informações:
Fonte: www.da.online.pt
Data: 2007-08-21 11:33:17
Visualizações: 217
Data: 2007-08-21 11:33:17
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