Executivo açoriano desenvolve uma política social que apoia e protege famílias, crianças e jovens em risco
O secretário regional dos Assuntos Sociais reafirmou hoje, em Ponta Delgada, que o executivo açoriano tem vindo a promover diversas acções destinadas a prevenir e combater todas as formas de mau trato infantil e juvenil e a reduzir o número e a duração do acolhimento institucional de crianças e jovens.
Na abertura do seminário “Crianças… que crianças”, promovido pelo Instituto de Apoio à Criança, Domingos Cunha recordou a existência, nos Açores, de Equipas Multidisciplinares Especializadas de Apoio Integrado à Família, Criança e Jovem em Risco, em Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Horta.
Acrescentou que a população alvo dessas equipas são crianças e jovens em risco dos zero aos 18 anos de idade, em situações que vão desde a negligência familiar a maus-tratos físicos e abandono escolar, até ao consumo precoce de drogas e gravidez juvenil.
Referiu, também, que a Agência para a Defesa e Desenvolvimento da Criança e do Jovem em Risco, um espaço de planeamento e programação interdisciplinar entre o Instituto de Acção Social, as Instituições Particulares de Solidariedade Social e outras entidades governamentais, procura responder às necessidades de integração familiar, social e comunitária de crianças e jovens em risco, estruturando os apoios psicológicos, pedagógicos, terapêuticos e de suporte social, de uma forma rápida e eficiente.
O titular da pasta dos Assuntos Sociais disse, ainda, que o executivo açoriano tem vindo a introduzir gradualmente, desde o passado mês de Outubro, a Ficha de Rastreio Precoce, em todos os equipamentos de apoio à infância, abrangendo todas as ilhas até ao final deste ano.
Segundo esclareceu, trata-se de um instrumento de sinalização de problemas relacionados com o desenvolvimento da criança, tendo, sobretudo, como objectivo, tomar medidas de apoio adequadas em relação à criança, à família e à comunidade educativa através de uma rede eficaz de serviços e recursos no âmbito da saúde, educação e acção social.
Domingos Cunha salientou, igualmente, que o Governo Regional dirige também a sua acção para a integração social, apoiando e acompanhando as famílias biológicas, nucleares e alargadas, no sentido de potenciar as suas capacidades, responsabilidades e recursos, de modo a evitar o acolhimento institucional ou reduzir a sua duração.
Este modelo de integração familiar, de acordo com aquele responsável político, elege a família extensa como o recurso prioritário das crianças acolhidas em instituições ou em risco de institucionalização, através de uma abordagem sistémica, que capacite a família para o desempenho das suas funções parentais, preservando-a e/ou permitindo a sua reunificação.
Revelou que aquele modelo está em execução, nos Açores, com o apoio do Centro de Terapia Familiar e da Fundação Meniños da Galiza, em Espanha.
Como resposta inovadora dirigida a jovens entre os 15 e os 18 anos de idade com problemas relacionados com o abandono familiar e escolar precoce, a toxicodependência, a marginalidade, o desemprego, a gravidez precoce e outras de elevada exclusão social, o secretário regional dos Assuntos Sociais frisou ter sido criado, no arquipélago, a Rede Regional de Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil que agrega 10 unidades distribuídas por São Miguel, Terceira e Faial.
Declarou, ainda, que o Governo Regional apoia a contratação, a tempo inteiro, de técnicos da área da acção social e da psicologia, colocados juntos das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens nas ilhas de São Miguel, Terceira, Faial e Pico, formando equipa com os professores cedidos pela Direcção Regional de Educação.
Fotografia: GaCS/João Freitas

Na abertura do seminário “Crianças… que crianças”, promovido pelo Instituto de Apoio à Criança, Domingos Cunha recordou a existência, nos Açores, de Equipas Multidisciplinares Especializadas de Apoio Integrado à Família, Criança e Jovem em Risco, em Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Horta.
Acrescentou que a população alvo dessas equipas são crianças e jovens em risco dos zero aos 18 anos de idade, em situações que vão desde a negligência familiar a maus-tratos físicos e abandono escolar, até ao consumo precoce de drogas e gravidez juvenil.
Referiu, também, que a Agência para a Defesa e Desenvolvimento da Criança e do Jovem em Risco, um espaço de planeamento e programação interdisciplinar entre o Instituto de Acção Social, as Instituições Particulares de Solidariedade Social e outras entidades governamentais, procura responder às necessidades de integração familiar, social e comunitária de crianças e jovens em risco, estruturando os apoios psicológicos, pedagógicos, terapêuticos e de suporte social, de uma forma rápida e eficiente.
O titular da pasta dos Assuntos Sociais disse, ainda, que o executivo açoriano tem vindo a introduzir gradualmente, desde o passado mês de Outubro, a Ficha de Rastreio Precoce, em todos os equipamentos de apoio à infância, abrangendo todas as ilhas até ao final deste ano.
Segundo esclareceu, trata-se de um instrumento de sinalização de problemas relacionados com o desenvolvimento da criança, tendo, sobretudo, como objectivo, tomar medidas de apoio adequadas em relação à criança, à família e à comunidade educativa através de uma rede eficaz de serviços e recursos no âmbito da saúde, educação e acção social.
Domingos Cunha salientou, igualmente, que o Governo Regional dirige também a sua acção para a integração social, apoiando e acompanhando as famílias biológicas, nucleares e alargadas, no sentido de potenciar as suas capacidades, responsabilidades e recursos, de modo a evitar o acolhimento institucional ou reduzir a sua duração.
Este modelo de integração familiar, de acordo com aquele responsável político, elege a família extensa como o recurso prioritário das crianças acolhidas em instituições ou em risco de institucionalização, através de uma abordagem sistémica, que capacite a família para o desempenho das suas funções parentais, preservando-a e/ou permitindo a sua reunificação.
Revelou que aquele modelo está em execução, nos Açores, com o apoio do Centro de Terapia Familiar e da Fundação Meniños da Galiza, em Espanha.
Como resposta inovadora dirigida a jovens entre os 15 e os 18 anos de idade com problemas relacionados com o abandono familiar e escolar precoce, a toxicodependência, a marginalidade, o desemprego, a gravidez precoce e outras de elevada exclusão social, o secretário regional dos Assuntos Sociais frisou ter sido criado, no arquipélago, a Rede Regional de Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil que agrega 10 unidades distribuídas por São Miguel, Terceira e Faial.
Declarou, ainda, que o Governo Regional apoia a contratação, a tempo inteiro, de técnicos da área da acção social e da psicologia, colocados juntos das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens nas ilhas de São Miguel, Terceira, Faial e Pico, formando equipa com os professores cedidos pela Direcção Regional de Educação.
Fotografia: GaCS/João Freitas
+ Informações:
Fonte: GaCS/CM
Data: 2007-11-20 20:32:18
Visualizações: 184
Data: 2007-11-20 20:32:18
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