Perante mais de cinco mil pessoas Carlos César enaltece o amor à terra natal na festa do Dia de Portugal
Nunca podemos deixar de dizer que somos portugueses, mesmo que sejamos americanos ou canadianos, mesmo que vivamos noutro país qualquer”.
Foi com estas palavras que o presidente do Governo dos Açores enalteceu o tão característico apego à terra natal dos portugueses e, de entre eles, dos naturais das ilhas dos Açores, na festa que assinalou o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
Ás pessoas que o ouviam – e eram mais de cinco mil as que acorreram ao San José History Park, no estado norte-americano da Califórnia – Carlos César deu conta da satisfação e da emoção com que vivia a data festiva entre compatriotas que, por circunstâncias várias, tiveram de deixar o lugar onde nasceram, embora trazendo consigo o amor ao seu país e, em cada lugar onde vivem, trabalham e criam os seus filhos.
Afirmando que a presença portuguesa na Califórnia é um motivo de orgulho, revelou que o primeiro-ministro, José Sócrates, lhe tinha pedido para transmitir o quanto o estado português pensa na presença portuguesa nos Estados Unidos.
“E quero dizer-vos que Portugal tem aqui uma voz porque os açorianos têm uma voz alta, porque se fazem sentir, porque a presença açoriana – que é uma presença de há muitos séculos por estas Américas fora – fez de Portugal nos Estados Unidos o que Portugal não seria se os açorianos e os Açores não existissem.
Citando Vitorino Nemésio, quando disse que o apego à terra é um amor elementar que só conhecia impulsos e que não havia explicação para o facto de gostarmos da nossa terra sempre muito mais do que a nossa terra gosta de nós, o presidente do Governo afirmou ser exactamente isso que se estava ali a comemorar.
O amor sem explicação que os açorianos sentem pela sua terra, independentemente do local onde vivam, levou Carlos César a dizer – perante a jornada de açorianidade que se viveu em San José da Califórnia – que se sentia “presidente dos açorianos, quer nas nossas ilhas, quer na Califórnia, quer na Costa Leste, quer no Québèc, quer em Kitimat, quer nas Bermudas, quer no Brasil, junto de milhares e milhares de açorianos que fazem os Açores e fazem Portugal por este mundo fora”.

Ás pessoas que o ouviam – e eram mais de cinco mil as que acorreram ao San José History Park, no estado norte-americano da Califórnia – Carlos César deu conta da satisfação e da emoção com que vivia a data festiva entre compatriotas que, por circunstâncias várias, tiveram de deixar o lugar onde nasceram, embora trazendo consigo o amor ao seu país e, em cada lugar onde vivem, trabalham e criam os seus filhos.
Afirmando que a presença portuguesa na Califórnia é um motivo de orgulho, revelou que o primeiro-ministro, José Sócrates, lhe tinha pedido para transmitir o quanto o estado português pensa na presença portuguesa nos Estados Unidos.
“E quero dizer-vos que Portugal tem aqui uma voz porque os açorianos têm uma voz alta, porque se fazem sentir, porque a presença açoriana – que é uma presença de há muitos séculos por estas Américas fora – fez de Portugal nos Estados Unidos o que Portugal não seria se os açorianos e os Açores não existissem.
Citando Vitorino Nemésio, quando disse que o apego à terra é um amor elementar que só conhecia impulsos e que não havia explicação para o facto de gostarmos da nossa terra sempre muito mais do que a nossa terra gosta de nós, o presidente do Governo afirmou ser exactamente isso que se estava ali a comemorar.
O amor sem explicação que os açorianos sentem pela sua terra, independentemente do local onde vivam, levou Carlos César a dizer – perante a jornada de açorianidade que se viveu em San José da Califórnia – que se sentia “presidente dos açorianos, quer nas nossas ilhas, quer na Califórnia, quer na Costa Leste, quer no Québèc, quer em Kitimat, quer nas Bermudas, quer no Brasil, junto de milhares e milhares de açorianos que fazem os Açores e fazem Portugal por este mundo fora”.
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Data: 2008-06-15 22:44:03
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