Carlos César diz nos EUA que para se ser português basta pensar em português
O presidente do Governo dos Açores disse ontem, em Santa Clara, no estado norte-americano da Califórnia, que "a defesa da língua portuguesa é muito importante e um meio privilegiado para o prolongamento das nossas origens, mas não é o único. Para se ser português não é preciso falar português; basta pensar em português".
Carlos César, que discursava para mais quatrocentos emigrantes de várias cidades californianas, numa sessão comemorativa do 50º aniversário da erupção do vulcão dos Capelinhos, precisou que pensar em português é desenvolver actos culturais que nos são próprios, que nos individualizam como comunidade; é trabalhar nas nossas instituições culturais, recreativas, de solidariedade e em todas as que agregam portugueses; e é fomentar os intercâmbios dos jovens.
Afirmando que é desejável que os filhos dos emigrantes nascidos na Califórnia conheçam também a realidade açoriana – muito diferente da que conheceram os seus pais ou avós – o presidente do Governo Regional sublinhou que esse conhecimento contribuirá para que as novas gerações reforcem o orgulho nas suas origens.
"A nossa língua universal é a nossa cultura, a nossa solidariedade e o nosso orgulho de termos sido portugueses, de pensarmos em português e de estarmos todos juntos nessa celebração", disse Carlos César.
Frisando a circunstância de estar perante açorianos que se viram obrigados a emigrar por não terem tido condições para enfrentar as consequências de uma catástrofe, lembrou que tal não voltou a ocorrer aquando do sismo que abalou o Grupo Central, em 1998, mercê do desenvolvimento entretanto registado nos Açores e do apoio governamental aos sinistrados.
E o presidente do Governo concluiu dizendo que há uns Açores novos. Razão suficiente para merecerem dos emigrantes o mesmo orgulho que os residentes sentem pelos que deixaram, um dia, as ilhas onde nasceram, em busca de um destino diferente, mas contribuindo para o desenvolvimento dos países onde agora residem e são, por isso, respeitados.
Para além do almoço de gala comemorativo do cinquentenário da erupção do vulcão dos Capelinhos – em que marcaram presença emocionada muitos dos faialenses que emigraram na sequência do evento – foi celebrada uma missa na Igreja das Cinco Chagas e promovida uma sessão em que foram exibidos dois documentários, lançado o livro "Capelinhos, um vulcão de sinergias" e aberta uma exposição de fotografias que documentam as várias fases do fenómeno.

Carlos César, que discursava para mais quatrocentos emigrantes de várias cidades californianas, numa sessão comemorativa do 50º aniversário da erupção do vulcão dos Capelinhos, precisou que pensar em português é desenvolver actos culturais que nos são próprios, que nos individualizam como comunidade; é trabalhar nas nossas instituições culturais, recreativas, de solidariedade e em todas as que agregam portugueses; e é fomentar os intercâmbios dos jovens.
Afirmando que é desejável que os filhos dos emigrantes nascidos na Califórnia conheçam também a realidade açoriana – muito diferente da que conheceram os seus pais ou avós – o presidente do Governo Regional sublinhou que esse conhecimento contribuirá para que as novas gerações reforcem o orgulho nas suas origens.
"A nossa língua universal é a nossa cultura, a nossa solidariedade e o nosso orgulho de termos sido portugueses, de pensarmos em português e de estarmos todos juntos nessa celebração", disse Carlos César.
Frisando a circunstância de estar perante açorianos que se viram obrigados a emigrar por não terem tido condições para enfrentar as consequências de uma catástrofe, lembrou que tal não voltou a ocorrer aquando do sismo que abalou o Grupo Central, em 1998, mercê do desenvolvimento entretanto registado nos Açores e do apoio governamental aos sinistrados.
E o presidente do Governo concluiu dizendo que há uns Açores novos. Razão suficiente para merecerem dos emigrantes o mesmo orgulho que os residentes sentem pelos que deixaram, um dia, as ilhas onde nasceram, em busca de um destino diferente, mas contribuindo para o desenvolvimento dos países onde agora residem e são, por isso, respeitados.
Para além do almoço de gala comemorativo do cinquentenário da erupção do vulcão dos Capelinhos – em que marcaram presença emocionada muitos dos faialenses que emigraram na sequência do evento – foi celebrada uma missa na Igreja das Cinco Chagas e promovida uma sessão em que foram exibidos dois documentários, lançado o livro "Capelinhos, um vulcão de sinergias" e aberta uma exposição de fotografias que documentam as várias fases do fenómeno.
+ Informações:
Fonte: GaCS/CT
Data: 2008-06-16 12:16:21
Visualizações: 310
Data: 2008-06-16 12:16:21
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