Modernização do sector conserveiro regional é prioridade para o Governo dos Açores
O subsecretário regional das Pescas assegurou hoje, na Vila de Rabo de Peixe, em S. Miguel, que a "contínua modernização do sector conserveiro regional" é uma prioridade para o Governo dos Açores.
A garantia foi expressa por Marcelo Pamplona durante a cerimónia de entrega dos novos fardamentos aos operários da fábrica da COFACO em Rabo de Peixe, que marca uma nova mudança de imagens dos seus funcionários.
Segundo declarou, o PROPESCAS, cujo regime de apoio será publicado ainda este mês em Jornal Oficial, irá disponibilizar "verbas significativas" para continuar a desenvolver um sector que é de primordial importância para os Açores.
Lembrou, a propósito, que as cinco fábricas conserveiras instaladas nos Açores dão emprego a cerca de 800 trabalhadores e laboram anualmente 20 mil toneladas de atum, permitindo, no caso do bonito, o escoamento total de uma espécie que não tem mercado de venda em fresco.
Marcelo Pamplona disse ainda ser intenção do Governo não só continuar a apoiar o escoamento dos produtos através do POSEIMA, como prosseguir a modernização das unidades conserveiras e a harmonização dos seus impactos no ambiente.
O subsecretário regional insistiu, porém, na ideia que só "continuando a aposta na qualidade e na inovação" é que o sector conserveiro açoriano poderá fazer face à forte concorrência internacional.
É fundamental, por isso, continuar neste "processo evolutivo de procura de mercados específicos e qualitativos, tanto no que diz respeito à preparação como à embalagem dos produtos de atum", observou.
Revelou também ter sido com este objectivo que o Governo, em colaboração com a "Pão-do-Mar – Associação de Conserveiros de Peixe dos Açores", definiu um programa estratégico visando não só promover o atum transformado no arquipélago como também "desenvolver acções inovadoras que incluíssem novos tipos de embalagens e novos produtos finais".
Para Marcelo Pamplona, é "na procura da inovação na tradição e na busca de produtos de qualidade" que está a aposta que tem que ser ganha pelas conserveiras açorianas.
O subsecretário das Pescas reconheceu, entretanto, que "os industriais conserveiros, e em particular a COFACO, têm tido o mérito de criar um conjunto de novos produtos de elevada qualidade", baseados num "trabalho artesanal de excelência, que é fruto do empenho das mulheres que aqui laboram, que não só trazem mais riqueza para a nossa Região, como também promovem os Açores a nível internacional".
Destacou também o facto das conserveiras regionais, ao terem sido confrontadas com a variabilidade das capturas de tunídeos nos Açores, terem tido o "talento de saber ajustar-se estruturalmente à obtenção de matéria-prima no mercado comunitário e internacional, o que conduziu também a um aumento da sua capacidade produtiva".

A garantia foi expressa por Marcelo Pamplona durante a cerimónia de entrega dos novos fardamentos aos operários da fábrica da COFACO em Rabo de Peixe, que marca uma nova mudança de imagens dos seus funcionários.
Segundo declarou, o PROPESCAS, cujo regime de apoio será publicado ainda este mês em Jornal Oficial, irá disponibilizar "verbas significativas" para continuar a desenvolver um sector que é de primordial importância para os Açores.
Lembrou, a propósito, que as cinco fábricas conserveiras instaladas nos Açores dão emprego a cerca de 800 trabalhadores e laboram anualmente 20 mil toneladas de atum, permitindo, no caso do bonito, o escoamento total de uma espécie que não tem mercado de venda em fresco.
Marcelo Pamplona disse ainda ser intenção do Governo não só continuar a apoiar o escoamento dos produtos através do POSEIMA, como prosseguir a modernização das unidades conserveiras e a harmonização dos seus impactos no ambiente.
O subsecretário regional insistiu, porém, na ideia que só "continuando a aposta na qualidade e na inovação" é que o sector conserveiro açoriano poderá fazer face à forte concorrência internacional.
É fundamental, por isso, continuar neste "processo evolutivo de procura de mercados específicos e qualitativos, tanto no que diz respeito à preparação como à embalagem dos produtos de atum", observou.
Revelou também ter sido com este objectivo que o Governo, em colaboração com a "Pão-do-Mar – Associação de Conserveiros de Peixe dos Açores", definiu um programa estratégico visando não só promover o atum transformado no arquipélago como também "desenvolver acções inovadoras que incluíssem novos tipos de embalagens e novos produtos finais".
Para Marcelo Pamplona, é "na procura da inovação na tradição e na busca de produtos de qualidade" que está a aposta que tem que ser ganha pelas conserveiras açorianas.
O subsecretário das Pescas reconheceu, entretanto, que "os industriais conserveiros, e em particular a COFACO, têm tido o mérito de criar um conjunto de novos produtos de elevada qualidade", baseados num "trabalho artesanal de excelência, que é fruto do empenho das mulheres que aqui laboram, que não só trazem mais riqueza para a nossa Região, como também promovem os Açores a nível internacional".
Destacou também o facto das conserveiras regionais, ao terem sido confrontadas com a variabilidade das capturas de tunídeos nos Açores, terem tido o "talento de saber ajustar-se estruturalmente à obtenção de matéria-prima no mercado comunitário e internacional, o que conduziu também a um aumento da sua capacidade produtiva".
+ Informações:
Fonte: GaCS/FG
Data: 2008-06-26 10:31:12
Visualizações: 247
Data: 2008-06-26 10:31:12
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