Diabéticos em Portugal devem oscilar entre os 8,5 e os 10%
A percentagem de diabéticos em Portugal deve oscilar entre os 8,5 e os 10% da população total, um terço superior aos últimos dados conhecidos (6,5%), segundo dados preliminares de um estudo nacional.
Num momento em que o levantamento nacional está completo em 50%, o seu coordenador, Luís Gardete, indicou à Lusa que face a estes números terá que se "reforçar e ter outra atenção à doença em termos de políticas de saúde".
"Terão que se monopolizar recursos para a prevenção, o que está condizente com a política que tem sido feita nos últimos meses em relação à obesidade, que é um factor de risco para a diabetes", lembrou.
Outras medidas passam pelo que está previsto no Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Diabetes, como uma rede de cuidados "bem estruturada e individualizada" com técnicos especializados como enfermeiros educadores.
A existência em "tempo útil" de consultas das especialidades de oftamologia, podologia e cardologia são outras necessidades apontadas para responder ao "fardo enorme que são quase um milhão de diabéticos, segundo os dados muito preliminares (do estudo)".
"O número será substancialmente superior aos 650 mil indicados pelo Instituto Nacional de Estatística há um ano, o que é natural porque este era um estudo de auto-referenciação", recordou.
Na actual investigação, as pessoas quando questionadas referem que em determinado momento acusaram açúcar elevado no sangue, mas que com dieta controlam a situação.
Outro dado encontrado é que quanto maior o nível de escolaridade, menor o risco uma vez que "há mais informação e as pessoas defendem-se melhor" através de melhores hábitos alimentares e exercício físico.
O estudo, que conta ainda com a participação do especialista Massano Cardoso em Coimbra, deverá terminar no final do ano, depois de recolher dados em 100 locais e envolvendo quatro mil habitantes em Portugal, entre os 18 e os 80 anos.
A metodologia inclui questionários, medição do perímetro abdominal, peso, altura e pressão arterial e análises ao sangue.
Os dados vão mostrar a prevalência de diabéticos, daqueles que padecem da doença e não o sabem e dos indivíduos em risco.
As estimativas indicam entre 200 e 300 mil diabéticos que desconhecem a sua situação.

Num momento em que o levantamento nacional está completo em 50%, o seu coordenador, Luís Gardete, indicou à Lusa que face a estes números terá que se "reforçar e ter outra atenção à doença em termos de políticas de saúde".
"Terão que se monopolizar recursos para a prevenção, o que está condizente com a política que tem sido feita nos últimos meses em relação à obesidade, que é um factor de risco para a diabetes", lembrou.
Outras medidas passam pelo que está previsto no Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Diabetes, como uma rede de cuidados "bem estruturada e individualizada" com técnicos especializados como enfermeiros educadores.
A existência em "tempo útil" de consultas das especialidades de oftamologia, podologia e cardologia são outras necessidades apontadas para responder ao "fardo enorme que são quase um milhão de diabéticos, segundo os dados muito preliminares (do estudo)".
"O número será substancialmente superior aos 650 mil indicados pelo Instituto Nacional de Estatística há um ano, o que é natural porque este era um estudo de auto-referenciação", recordou.
Na actual investigação, as pessoas quando questionadas referem que em determinado momento acusaram açúcar elevado no sangue, mas que com dieta controlam a situação.
Outro dado encontrado é que quanto maior o nível de escolaridade, menor o risco uma vez que "há mais informação e as pessoas defendem-se melhor" através de melhores hábitos alimentares e exercício físico.
O estudo, que conta ainda com a participação do especialista Massano Cardoso em Coimbra, deverá terminar no final do ano, depois de recolher dados em 100 locais e envolvendo quatro mil habitantes em Portugal, entre os 18 e os 80 anos.
A metodologia inclui questionários, medição do perímetro abdominal, peso, altura e pressão arterial e análises ao sangue.
Os dados vão mostrar a prevalência de diabéticos, daqueles que padecem da doença e não o sabem e dos indivíduos em risco.
As estimativas indicam entre 200 e 300 mil diabéticos que desconhecem a sua situação.
+ Informações:
Fonte: Diário dos Açores
Data: 2008-06-27 13:33:32
Visualizações: 146
Data: 2008-06-27 13:33:32
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