Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos é símbolo de uns Açores diferentes
Cinquenta anos depois da erupção do vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial, as “américas” que povoaram os sonhos de quem se viu obrigado a partir – por força das consequências do fenómeno –, essas “américas”, agora, já podem ser encontradas nos Açores, graças ao desenvolvimento da Região.
Quem o assegura é o presidente do Governo Regional, para quem “o que é mesmo preciso é ficar aqui, rejuvenescendo uma terra ansiosa no progresso e que o está a conseguir a ritmos superiores aos ganhos do País e da União Europeia. É este percurso que nos anima e que é avivado em circunstâncias como a que estamos nesta ocasião a viver”.
E as circunstâncias eram, ontem à noite, as de Carlos César estar a presidir à cerimónia de inauguração do Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, uma obra de sete milhões de euros que, como disse, é um dos símbolos dos Açores diferentes que estão a ser construídos, uns Açores “geradores constantes de novos empregos, território de esperanças renovadas ou concretizadas, espaço para a modernidade e para novas actividades económicas, lugar de atenção e cuidado perante as desigualdades que sobrevêm nas sociedades em processos rápidos de desenvolvimento”.
Afirmando que o novo Centro constitui uma homenagem aos faialenses, particularmente àqueles que mais sofreram com as consequências do Vulcão – e, simultaneamente, prolonga o testemunho e a observação de tantos cientistas e estudiosos – o presidente do Governo sublinhou a grande qualidade da infra-estrutura.
“Desde os filmes tridimensionais, maquetas interactivas e artísticas, painéis informativos, computadores que explicam a formação dos vulcões e a evolução do nosso arquipélago, todas as ferramentas tecnológicas foram utilizadas para explicarem complexos fenómenos e a história deste local, começando no big-bang original, passando pela formação do planeta, deslocando-se depois para a nossa condição até aos dias pós-telúricos dos Capelinhos. Esta estrutura é uma poderosa máquina do tempo que nos transporta do passado para o presente, de forma acessível, para mais facilmente prospectivarmos a existência”, disse Carlos César.
No entanto, acrescentou, o novo Centro não é uma iniciativa isolada, inserindo-se, antes, numa política geral de valorização do meio natural e de pedagogia e de divulgação científica.
No âmbito dessa política foram edificadas, entre outras, infra-estruturas como a Gruta das Torres, a Casa da Montanha no Pico, o Centro de Interpretação Ambiental e Cultural da Ilha do Corvo ou o Centro de Visitação do Jardim Botânico do Faial. Em breve, aliás, estarão prontos o Aquário Virtual e a Casa dos Dabney, na ilha do Faial, e os Centros de Interpretação Ambiental da Furna do Enxofre, na Graciosa, da Fajã de Santo Cristo, em São Jorge, da Gruta do Carvão, em São Miguel, e o da Fábrica do Boqueirão, na ilha das Flores.
“A fruição e interpretação do meio e da paisagem natural dos Açores, antes distante e incompreensível, estão cada vez mais ao alcance do conhecimento dos que aqui residem ou dos que nos visitam. Sabemos que apenas é possível proteger, estimar e utilizar com sustentabilidade o que se compreende e, também por essa razão, estas estruturas são de crucial importância para a qualidade do desenvolvimento dos Açores”, disse, a terminar, o presidente do Governo.
A nova infra-estrutura, ontem inaugurada, compõe-se de várias salas, dispostas a partir de um fuste que simboliza a erupção de um vulcão, nas quais são oferecidas ao visitante informações de carácter científico sobre o fenómeno e onde estão patentes exposições relacionadas com o vulcanismo, com destaque para as que apresentam diversos tipos de rochas e de materiais recolhidos em erupções.
A assinalar a inauguração, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar promoveu um espectáculo, a cargo de actores franceses que, de forma acrobática, aproveitaram o farol dos Capelinhos – totalmente recuperado no âmbito da obra do Centro de Interpretação, em que se integra – para um bailado aéreo que arrancou muitos aplausos às centenas de espectadores no local.

Quem o assegura é o presidente do Governo Regional, para quem “o que é mesmo preciso é ficar aqui, rejuvenescendo uma terra ansiosa no progresso e que o está a conseguir a ritmos superiores aos ganhos do País e da União Europeia. É este percurso que nos anima e que é avivado em circunstâncias como a que estamos nesta ocasião a viver”.
E as circunstâncias eram, ontem à noite, as de Carlos César estar a presidir à cerimónia de inauguração do Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, uma obra de sete milhões de euros que, como disse, é um dos símbolos dos Açores diferentes que estão a ser construídos, uns Açores “geradores constantes de novos empregos, território de esperanças renovadas ou concretizadas, espaço para a modernidade e para novas actividades económicas, lugar de atenção e cuidado perante as desigualdades que sobrevêm nas sociedades em processos rápidos de desenvolvimento”.
Afirmando que o novo Centro constitui uma homenagem aos faialenses, particularmente àqueles que mais sofreram com as consequências do Vulcão – e, simultaneamente, prolonga o testemunho e a observação de tantos cientistas e estudiosos – o presidente do Governo sublinhou a grande qualidade da infra-estrutura.
“Desde os filmes tridimensionais, maquetas interactivas e artísticas, painéis informativos, computadores que explicam a formação dos vulcões e a evolução do nosso arquipélago, todas as ferramentas tecnológicas foram utilizadas para explicarem complexos fenómenos e a história deste local, começando no big-bang original, passando pela formação do planeta, deslocando-se depois para a nossa condição até aos dias pós-telúricos dos Capelinhos. Esta estrutura é uma poderosa máquina do tempo que nos transporta do passado para o presente, de forma acessível, para mais facilmente prospectivarmos a existência”, disse Carlos César.
No entanto, acrescentou, o novo Centro não é uma iniciativa isolada, inserindo-se, antes, numa política geral de valorização do meio natural e de pedagogia e de divulgação científica.
No âmbito dessa política foram edificadas, entre outras, infra-estruturas como a Gruta das Torres, a Casa da Montanha no Pico, o Centro de Interpretação Ambiental e Cultural da Ilha do Corvo ou o Centro de Visitação do Jardim Botânico do Faial. Em breve, aliás, estarão prontos o Aquário Virtual e a Casa dos Dabney, na ilha do Faial, e os Centros de Interpretação Ambiental da Furna do Enxofre, na Graciosa, da Fajã de Santo Cristo, em São Jorge, da Gruta do Carvão, em São Miguel, e o da Fábrica do Boqueirão, na ilha das Flores.
“A fruição e interpretação do meio e da paisagem natural dos Açores, antes distante e incompreensível, estão cada vez mais ao alcance do conhecimento dos que aqui residem ou dos que nos visitam. Sabemos que apenas é possível proteger, estimar e utilizar com sustentabilidade o que se compreende e, também por essa razão, estas estruturas são de crucial importância para a qualidade do desenvolvimento dos Açores”, disse, a terminar, o presidente do Governo.
A nova infra-estrutura, ontem inaugurada, compõe-se de várias salas, dispostas a partir de um fuste que simboliza a erupção de um vulcão, nas quais são oferecidas ao visitante informações de carácter científico sobre o fenómeno e onde estão patentes exposições relacionadas com o vulcanismo, com destaque para as que apresentam diversos tipos de rochas e de materiais recolhidos em erupções.
A assinalar a inauguração, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar promoveu um espectáculo, a cargo de actores franceses que, de forma acrobática, aproveitaram o farol dos Capelinhos – totalmente recuperado no âmbito da obra do Centro de Interpretação, em que se integra – para um bailado aéreo que arrancou muitos aplausos às centenas de espectadores no local.
+ Informações:
Fonte: GaCS/CT
Data: 2008-08-18 13:14:55
Visualizações: 123
Data: 2008-08-18 13:14:55
Visualizações: 123
Comentários:
Para comentar precisa de estar registado e identificado.
Sem comentários
Sem comentários
Governo desafia empresários para atitude de coragem e confiança e na economia
Mulher encontrada morta na freguesia do Livramento
Prémios Nobel pedem medidas para melhorar educação em áreas em conflito
Portugal em 8º num ranking sobre eficácia do sistema em 17 países da OCDE
Loja Açores com...Apresenta exposição de presépios de lapinha de 20 a 26 de Novembro.
SATA oferece mais voos para Açores, Madeira e continente
Mão pesada: 2008 está a ser o mais violento dos últimos três anos...
Zona Militar assinala 172º aniversário
X Governo dos Açores toma hoje posse perante o Parlamento
Pesca açoriana com aumentos em Setembro e Outubro ultrapassa 10 mil toneladas em 10 meses
Mulher encontrada morta na freguesia do Livramento
Prémios Nobel pedem medidas para melhorar educação em áreas em conflito
Portugal em 8º num ranking sobre eficácia do sistema em 17 países da OCDE
Loja Açores com...Apresenta exposição de presépios de lapinha de 20 a 26 de Novembro.
SATA oferece mais voos para Açores, Madeira e continente
Mão pesada: 2008 está a ser o mais violento dos últimos três anos...
Zona Militar assinala 172º aniversário
X Governo dos Açores toma hoje posse perante o Parlamento
Pesca açoriana com aumentos em Setembro e Outubro ultrapassa 10 mil toneladas em 10 meses





