‘Há agricultores que não recebem subsídio do IFAP há um ano’
A Federação Agrícola dos Açores (FAA) continua a defender a regionalização do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) por entender que a localização geográfica do mesmo, no continente, não ajuda em nada aos agricultores açorianos, isto é a distância não permite a resolução de problemas pertinentes que afectam os agricultores, bem como não permite que possam fazer-se ouvir com a facilidade que o sector exige, face à dimensão económica e social que tem na Região.
Para além disso, Jorge Rita, recém-empossado Presidente da FAA, denuncia que o IFAP não cumpre a agenda de pagamentos que faz junto dos agricultores açorianos que se candidatam aos subsídios e são aprovados, havendo mesmo "agricultores que estão há um ano à espera dos subsídios a que têm direito".
Esse foi um dos problemas que Jorge Rita levou ontem à audiência que teve, no Solar da Madre de Deus, na Terceira, com o Representante da República para os Açores, José António Mesquita, onde foram analisadas também as várias políticas nacionais do sector, com o Presidente da FAA a defender que, para além da apresentação de cumprimentos, a reunião serviu para arranjar mais um aliado para, de forma global, defender os interesses regionais do sector junto das entidades nacionais. Tudo para que no próximo ano, no âmbito da reforma da Política Agrícola Comum, as situações não se repitam. "Ao sermos ouvidos pelo Senhor Representante da República para os Açores pretendemos que sejam salvaguardadas as pretensões regionais no âmbito dos interesses nacionais", pois "é confrangedor ver que a calendarização de pagamentos não é cumprida para com a Região", uma situação que no entender do Presidente da FAA já devia ter sido resolvida há muito tempo, mas que agora está mais do que na hora de o Secretário da Agricultura e Florestas, Noé Rodrigues, sentar-se à mesa com o Ministro da Agricultura para resolver o diferendo que opõe a região, em algumas matérias, ao país, num sector de vital importância para os Açores.
Com José António Mesquita, Jorge Rita não falou dos problemas internos do sector, mas apelou a uma sensibilização e articulação entre os Açores e o país, ou seja, para que o Representante da República seja um elo de ligação com o continente na resolução de problemas que impedem o agricultor de poder cumprir os seus compromissos e as suas expectativas de rendimento.

Para além disso, Jorge Rita, recém-empossado Presidente da FAA, denuncia que o IFAP não cumpre a agenda de pagamentos que faz junto dos agricultores açorianos que se candidatam aos subsídios e são aprovados, havendo mesmo "agricultores que estão há um ano à espera dos subsídios a que têm direito".
Esse foi um dos problemas que Jorge Rita levou ontem à audiência que teve, no Solar da Madre de Deus, na Terceira, com o Representante da República para os Açores, José António Mesquita, onde foram analisadas também as várias políticas nacionais do sector, com o Presidente da FAA a defender que, para além da apresentação de cumprimentos, a reunião serviu para arranjar mais um aliado para, de forma global, defender os interesses regionais do sector junto das entidades nacionais. Tudo para que no próximo ano, no âmbito da reforma da Política Agrícola Comum, as situações não se repitam. "Ao sermos ouvidos pelo Senhor Representante da República para os Açores pretendemos que sejam salvaguardadas as pretensões regionais no âmbito dos interesses nacionais", pois "é confrangedor ver que a calendarização de pagamentos não é cumprida para com a Região", uma situação que no entender do Presidente da FAA já devia ter sido resolvida há muito tempo, mas que agora está mais do que na hora de o Secretário da Agricultura e Florestas, Noé Rodrigues, sentar-se à mesa com o Ministro da Agricultura para resolver o diferendo que opõe a região, em algumas matérias, ao país, num sector de vital importância para os Açores.
Com José António Mesquita, Jorge Rita não falou dos problemas internos do sector, mas apelou a uma sensibilização e articulação entre os Açores e o país, ou seja, para que o Representante da República seja um elo de ligação com o continente na resolução de problemas que impedem o agricultor de poder cumprir os seus compromissos e as suas expectativas de rendimento.
+ Informações:
Fonte: diário dos açores
Autor: Nélia Câmara
Data: 2008-08-20 11:41:49
Visualizações: 124
Autor: Nélia Câmara
Data: 2008-08-20 11:41:49
Visualizações: 124
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