Carlos César associa-se à homenagem póstuma a Carlos Carreiro
O presidente do Governo dos Açores considerou de grande justiça a homenagem feita, esta manhã, em Fall River, ao emigrante açoriano Carlos Carreiro, recentemente falecido.
Carlos César associou-se à referida homenagem, a convite do Bristol County Sheriff, Thomas Hodgson, que decidiu dar o nome de Carlos Carreiro ao Immigration Detention Center.
Ao descerrar a placa com o nome do homenageado, Carlos César afirmou que “Carlos Carreiro merece ser lembrado em qualquer lugar por onde passou, mas também aqui, num lugar em que a sua bondade, a sua integridade e o seu respeito pelos concidadãos sempre foi apreciado”.
Referindo a disponibilidade sempre evidenciada por Carlos Carreiro para ajudar os outros, dentro ou fora do Centro de Detenção, no Bristol County, na América ou nos Açores, manifestou a certeza de que todos quantos o conheceram gostavam dele.
E ao dar um testemunho pessoal sobre o homenageado – uma vez que o conheceu pessoalmente – Carlos César revelou ter sido “ele um dos meus meu maiores e mais fiéis apoios na minha primeira eleição como presidente dos Açores, em 1996, e, antes e depois disso, um extraordinário amigo para todas as horas e em todos os lugares”.
A terminar, disse ainda que Carlos Carreiro tinha sido não só um amigo, com “A” grande, mas também um “AÇORIANO” com letras maiúsculas, pelo que se afirmou feliz por esta homenagem póstuma promovida pelo sheriff Thomas Hodgson.
À evocação de um dos mais próximos colaboradores do sheriff Thomas Hodgson em questões relacionadas com o repatriamento de emigrantes oriundos dos Açores associaram-se, igualmente, políticos e dirigentes de associações cívicas da Nova Inglaterra.

Carlos César associou-se à referida homenagem, a convite do Bristol County Sheriff, Thomas Hodgson, que decidiu dar o nome de Carlos Carreiro ao Immigration Detention Center.
Ao descerrar a placa com o nome do homenageado, Carlos César afirmou que “Carlos Carreiro merece ser lembrado em qualquer lugar por onde passou, mas também aqui, num lugar em que a sua bondade, a sua integridade e o seu respeito pelos concidadãos sempre foi apreciado”.
Referindo a disponibilidade sempre evidenciada por Carlos Carreiro para ajudar os outros, dentro ou fora do Centro de Detenção, no Bristol County, na América ou nos Açores, manifestou a certeza de que todos quantos o conheceram gostavam dele.
E ao dar um testemunho pessoal sobre o homenageado – uma vez que o conheceu pessoalmente – Carlos César revelou ter sido “ele um dos meus meu maiores e mais fiéis apoios na minha primeira eleição como presidente dos Açores, em 1996, e, antes e depois disso, um extraordinário amigo para todas as horas e em todos os lugares”.
A terminar, disse ainda que Carlos Carreiro tinha sido não só um amigo, com “A” grande, mas também um “AÇORIANO” com letras maiúsculas, pelo que se afirmou feliz por esta homenagem póstuma promovida pelo sheriff Thomas Hodgson.
À evocação de um dos mais próximos colaboradores do sheriff Thomas Hodgson em questões relacionadas com o repatriamento de emigrantes oriundos dos Açores associaram-se, igualmente, políticos e dirigentes de associações cívicas da Nova Inglaterra.
+ Informações:
Fonte: GaCS/CT
Data: 2008-08-26 10:59:32
Visualizações: 151
Data: 2008-08-26 10:59:32
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