Carlos César afirma que há, ao mais alto nível nacional, quem não entenda a Autonomia
Carlos César disse hoje, em Fall River, não saber “se será bem entendido, em todos os lugares”, o acordo de cooperação entre os Açores e Massachusetts que rubricou no passado sábado, em conjunto com o governador daquele estado norte-americano, Deval Patrick. 
Falando para cerca de mil pessoas, no jantar de encerramento das Grandes Festas do Espírito Santo da Nova Inglaterra, de que foi o convidado de honra, o presidente do Governo dos Açores acrescentou que, sendo prioridades da Região transmitir bem-estar e representar um novo patamar de oportunidades para todos, “se o tivermos de fazer, e devemos fazê-lo, celebrando acordos com outros estados, não vale a pena parar o país para falar sobre este acordo”.
O que vale a pena, disse ainda Carlos César, “é que o país se regozije e entenda, nesta projecção externa dos Açores, uma forma de consolidar, também, a sua própria projecção”.
Segundo os termos do acordo, Açores e Massachusetts comprometem-se a incrementar as trocas comerciais, a cooperação entre instituições ligadas à saúde, à educação e à cultura, bem como o investimento mútuo ou criação de “joint ventures” em sectores emergentes como a alta tecnologia, a tecnologia ambiental, as energias renováveis, a conservação de energia, a reciclagem, a redução da emissão de gases poluentes, a monitorização climática e a promoção turística.
Para o presidente do Governo Regional, o Acordo de Cooperação Açores-Massachusetts corresponde à confirmação da dimensão útil que as autonomias têm para o nosso país e à compreensão do papel que as autonomias podem desenvolver, complementando a política externa portuguesa.
“Esse entendimento deve ser o de todos aqueles que compreendem o valor da Autonomia. Justamente, o problema é que, por vezes ao mais alto nível, há quem não compreenda o valor da Autonomia”, sublinhou.
Perante emigrantes quase todos oriundos dos Açores, Carlos César destacou o papel cada vez mais preponderante das comunidades portuguesas nos Estados Unidos, encaradas como sendo constituídas por gente trabalhadora e prestigiada, o que confere uma vantagem inicial aos políticos portugueses, nos seus diálogos com homólogos daquele país.
“Temos, atrás de nós, algo verdadeiramente insubstituível, que não se reduz à nossa dimensão política, mas que é muito maior do que isso. É a dimensão humana e, em particular, a dimensão açoriana, muito profunda, muito sentida e muito universalista. Um açoriano tanto está bem nos Açores, como está bem em qualquer outro lugar”, assegurou o presidente do Governo Regional.
E relacionando a presença açoriana em muitos lugares com o culto ao Espírito Santo – que os emigrantes vivem intensamente, tal como na Região, onde o feriado regional é celebrado no dia maior das festas da terceira pessoa da Santíssima Trindade – Carlos César anunciou que, no caso de ser reeleito, em Outubro, para nova legislatura como presidente do Governo Regional, o Dia da Região será comemorado, no próximo ano, no Canadá, “tornando a pontuar e a marcar este carácter universal da nossa comunidade”.

Falando para cerca de mil pessoas, no jantar de encerramento das Grandes Festas do Espírito Santo da Nova Inglaterra, de que foi o convidado de honra, o presidente do Governo dos Açores acrescentou que, sendo prioridades da Região transmitir bem-estar e representar um novo patamar de oportunidades para todos, “se o tivermos de fazer, e devemos fazê-lo, celebrando acordos com outros estados, não vale a pena parar o país para falar sobre este acordo”.
O que vale a pena, disse ainda Carlos César, “é que o país se regozije e entenda, nesta projecção externa dos Açores, uma forma de consolidar, também, a sua própria projecção”.
Segundo os termos do acordo, Açores e Massachusetts comprometem-se a incrementar as trocas comerciais, a cooperação entre instituições ligadas à saúde, à educação e à cultura, bem como o investimento mútuo ou criação de “joint ventures” em sectores emergentes como a alta tecnologia, a tecnologia ambiental, as energias renováveis, a conservação de energia, a reciclagem, a redução da emissão de gases poluentes, a monitorização climática e a promoção turística.
Para o presidente do Governo Regional, o Acordo de Cooperação Açores-Massachusetts corresponde à confirmação da dimensão útil que as autonomias têm para o nosso país e à compreensão do papel que as autonomias podem desenvolver, complementando a política externa portuguesa.
“Esse entendimento deve ser o de todos aqueles que compreendem o valor da Autonomia. Justamente, o problema é que, por vezes ao mais alto nível, há quem não compreenda o valor da Autonomia”, sublinhou.
Perante emigrantes quase todos oriundos dos Açores, Carlos César destacou o papel cada vez mais preponderante das comunidades portuguesas nos Estados Unidos, encaradas como sendo constituídas por gente trabalhadora e prestigiada, o que confere uma vantagem inicial aos políticos portugueses, nos seus diálogos com homólogos daquele país.
“Temos, atrás de nós, algo verdadeiramente insubstituível, que não se reduz à nossa dimensão política, mas que é muito maior do que isso. É a dimensão humana e, em particular, a dimensão açoriana, muito profunda, muito sentida e muito universalista. Um açoriano tanto está bem nos Açores, como está bem em qualquer outro lugar”, assegurou o presidente do Governo Regional.
E relacionando a presença açoriana em muitos lugares com o culto ao Espírito Santo – que os emigrantes vivem intensamente, tal como na Região, onde o feriado regional é celebrado no dia maior das festas da terceira pessoa da Santíssima Trindade – Carlos César anunciou que, no caso de ser reeleito, em Outubro, para nova legislatura como presidente do Governo Regional, o Dia da Região será comemorado, no próximo ano, no Canadá, “tornando a pontuar e a marcar este carácter universal da nossa comunidade”.
+ Informações:
Fonte: GaCS/CT
Data: 2008-08-26 18:20:45
Visualizações: 282
Data: 2008-08-26 18:20:45
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