“A Artés tu!” na Ecoteca de Angra do Heroísmo
A Ecoteca de Angra do Heroísmo tem patente desde a última semana na sua sede, na Rua do Galo, uma mostra de artefactos resultantes da reutilização de resíduos sólidos ao longo do presente ano lectivo intitulada “A Artés tu!”.
Os objectos em exposição pretendem sensibilizar as populações para a importância do desenvolvimento sustentável e das actuais limitações dos recursos naturais.
Numa nota de apresentação da iniciativa a Ecoteca de Angra do Heroísmo sublinha que urge, “reduzir primeiro, reutilizar depois e, por fim, reciclar”.
“Os artefactos em causa são, por um lado, propostas de reutilização, na medida em que para a sua feitura foram reaproveitados resíduos que, de outro modo, seriam reciclados (acção que implica queima de combustíveis fósseis sendo, por isso, a última opção na política dos 3 “erres”) ou, na pior das hipóteses, depostos em aterro”, explicam os promotores.
Por outro lado, dada a utilidade prática de que se revestem, tais criações representam ao mesmo tempo propostas de redução do consumo, num formato que combate a ideia de arte como actividade de alguns poucos privilegiados, acrescentam.
A iniciativa culminanuma exposição, em local a definir, de todos os artefactos exibidos à vez, de quinze em quinze dias, para a qual a Ecoteca convida os cidadãos a visionarem e a deixarem sua sugestão.

Os objectos em exposição pretendem sensibilizar as populações para a importância do desenvolvimento sustentável e das actuais limitações dos recursos naturais.
Numa nota de apresentação da iniciativa a Ecoteca de Angra do Heroísmo sublinha que urge, “reduzir primeiro, reutilizar depois e, por fim, reciclar”.
“Os artefactos em causa são, por um lado, propostas de reutilização, na medida em que para a sua feitura foram reaproveitados resíduos que, de outro modo, seriam reciclados (acção que implica queima de combustíveis fósseis sendo, por isso, a última opção na política dos 3 “erres”) ou, na pior das hipóteses, depostos em aterro”, explicam os promotores.
Por outro lado, dada a utilidade prática de que se revestem, tais criações representam ao mesmo tempo propostas de redução do consumo, num formato que combate a ideia de arte como actividade de alguns poucos privilegiados, acrescentam.
A iniciativa culminanuma exposição, em local a definir, de todos os artefactos exibidos à vez, de quinze em quinze dias, para a qual a Ecoteca convida os cidadãos a visionarem e a deixarem sua sugestão.
+ Informações:
Fonte: GaCS/HA
Data: 2008-10-28 16:24:41
Visualizações: 142
Data: 2008-10-28 16:24:41
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