Professores açorianos solidários com ‘manif’
Os professores açorianos estão solidários com os colegas do resto do país, que saem hoje à rua, em Lisboa, numa manifestação que os sindicatos acreditam assemelhar-se ao maior protesto da classe.

Oito meses depois da maior manifestação de professores de sempre, os docentes regressam aos protestos hoje para contestar as políticas educativas e o ambiente de "sufoco" nas escolas por causa da avaliação de desempenho.
Nas últimas semanas, centenas de estabelecimentos de ensino, segundo os sindicatos, pediram a suspensão do processo e, em alguns casos, suspenderam mesmo a aplicação do modelo.
O Governo nega, afirmando não ter conhecimento de situações em que o processo foi interrompido por decisão dos órgãos legítimos das escolas.
O clima "muito complicado" e de "sufoco" que os professores afirmam estar a viver-se nas escolas deve-se às "burocracias e reuniões intermináveis" adjacentes à concretização da avaliação.
A contestação dos professores conta com a presença de alguns dirigentes açorianos, segundo o Sindicato dos Professores da Região dos Açores (SPRA), pois os docentes açorianos estão descontentes com os horários excessivos que são cumpridos para além da Lei (25 tempos lectivos para pré-escolar e 1º ciclo e 22 tempos lectivos para 2º, 3º ciclos e secundário), o excessivo número de alunos por turma e a questão da avaliação.
De acordo com Armando Dutra, "parecem haver tomadas de decisão que privilegiam os interesses económicos acima dos interesses pedagógicos".
Realçando que "o ciclo que se vive nos Açores é diferente daquele vivido no Continente", o dirigente espera que o novo Executivo de Carlos César seja apresentado para "solicitar uma reunião com os responsáveis pela educação açoriana, em tempo devido".
A palavra do leitor

Oito meses depois da maior manifestação de professores de sempre, os docentes regressam aos protestos hoje para contestar as políticas educativas e o ambiente de "sufoco" nas escolas por causa da avaliação de desempenho.
Nas últimas semanas, centenas de estabelecimentos de ensino, segundo os sindicatos, pediram a suspensão do processo e, em alguns casos, suspenderam mesmo a aplicação do modelo.
O Governo nega, afirmando não ter conhecimento de situações em que o processo foi interrompido por decisão dos órgãos legítimos das escolas.
O clima "muito complicado" e de "sufoco" que os professores afirmam estar a viver-se nas escolas deve-se às "burocracias e reuniões intermináveis" adjacentes à concretização da avaliação.
A contestação dos professores conta com a presença de alguns dirigentes açorianos, segundo o Sindicato dos Professores da Região dos Açores (SPRA), pois os docentes açorianos estão descontentes com os horários excessivos que são cumpridos para além da Lei (25 tempos lectivos para pré-escolar e 1º ciclo e 22 tempos lectivos para 2º, 3º ciclos e secundário), o excessivo número de alunos por turma e a questão da avaliação.
De acordo com Armando Dutra, "parecem haver tomadas de decisão que privilegiam os interesses económicos acima dos interesses pedagógicos".
Realçando que "o ciclo que se vive nos Açores é diferente daquele vivido no Continente", o dirigente espera que o novo Executivo de Carlos César seja apresentado para "solicitar uma reunião com os responsáveis pela educação açoriana, em tempo devido".
A palavra do leitor
+ Informações:
Fonte: DA
Data: 2008-11-10 16:23:44
Visualizações: 175
Data: 2008-11-10 16:23:44
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