PSD denuncia esvaziamento político do Faial
O PSD do Faial denunciou esta manhã o "esvaziamento político da ilha", alegando que o novo governo regional "é o segundo do partido socialista a ficar na História por não ter membros naturais ou residentes no Faial", pelo que o executivo "não terá nenhuma voz conhecedora da realidade económico-social e cultural desta zona do arquipélago", disse Luís Garcia, em conferência de imprensa.
"Como se não bastasse esse facto, o Faial foi agora também esvaziado da presidência da assembleia legislativa", acrescentou, referindo-se ao processo que culminou na renúncia de Fernando Menezes. Para o social-democrata "sem secretários regionais, com menos uma direcção regional e sem a presidência do parlamento, o lugar dado ao Faial no equilíbrio dos poderes regionais é agora claramente secundário, não tendo qualquer importância prática na vida quotidiana da ilha e dos Açores", lamentou o líder do PSD local.
Luís Garcia considerou "lamentável" a forma como se procedeu ao afastamento do anterior presidente da assembleia, quer foi também cabeça de lista do PS pelo Faial nas últimas eleições, dizendo ter-se tratado de "um afastamento com características de golpe palaciano e que só contribui para denegrir ainda mais a política e os políticos". Tais factos mereceram o protesto dos social-democratas faialenses que afirmar estar "cada vez mais posta em causa a autonomia que os Açores exigem, baseada no desenvolvimento harmónico de todas as ilhas".
Mesmo atendendo às "claras divergências" que, ao longo do tempo, "o PSD manteve com Fernando Menezes pelo seu desempenho", o líder do PSD/Faial afirmou "discordar profundamente da forma como o socialista foi afastado, desprezando-se eventuais compromissos e sobretudo, fazendo tábua rasa do seu passado político", pelo que os social-democratas manifestaram a sua "solidariedade pessoal" face ao anterior presidente do parlamento açoriano.
Em relação à constituição do governo, e dizendo que a mesmo "quase se limita a uma troca de cadeiras entre os mesmos de sempre", Luís Garcia assegurou que "a nova orgânica e os episódios lamentáveis da indicação do novo presidente da assembleia são sinais claros de que o PS nos Açores está em fim de ciclo".
O PSD lamentou ainda "o silêncio comprometedor e cúmplice" do secretariado do PS do Faial, que "assiste de plateia a este esvaziamento e, nessa medida, revela o que sempre temos denunciado, e que é a sua completa ineficácia política e a absoluta incapacidade de influenciar as decisões regionais internas do partido", concluiu.

"Como se não bastasse esse facto, o Faial foi agora também esvaziado da presidência da assembleia legislativa", acrescentou, referindo-se ao processo que culminou na renúncia de Fernando Menezes. Para o social-democrata "sem secretários regionais, com menos uma direcção regional e sem a presidência do parlamento, o lugar dado ao Faial no equilíbrio dos poderes regionais é agora claramente secundário, não tendo qualquer importância prática na vida quotidiana da ilha e dos Açores", lamentou o líder do PSD local.
Luís Garcia considerou "lamentável" a forma como se procedeu ao afastamento do anterior presidente da assembleia, quer foi também cabeça de lista do PS pelo Faial nas últimas eleições, dizendo ter-se tratado de "um afastamento com características de golpe palaciano e que só contribui para denegrir ainda mais a política e os políticos". Tais factos mereceram o protesto dos social-democratas faialenses que afirmar estar "cada vez mais posta em causa a autonomia que os Açores exigem, baseada no desenvolvimento harmónico de todas as ilhas".
Mesmo atendendo às "claras divergências" que, ao longo do tempo, "o PSD manteve com Fernando Menezes pelo seu desempenho", o líder do PSD/Faial afirmou "discordar profundamente da forma como o socialista foi afastado, desprezando-se eventuais compromissos e sobretudo, fazendo tábua rasa do seu passado político", pelo que os social-democratas manifestaram a sua "solidariedade pessoal" face ao anterior presidente do parlamento açoriano.
Em relação à constituição do governo, e dizendo que a mesmo "quase se limita a uma troca de cadeiras entre os mesmos de sempre", Luís Garcia assegurou que "a nova orgânica e os episódios lamentáveis da indicação do novo presidente da assembleia são sinais claros de que o PS nos Açores está em fim de ciclo".
O PSD lamentou ainda "o silêncio comprometedor e cúmplice" do secretariado do PS do Faial, que "assiste de plateia a este esvaziamento e, nessa medida, revela o que sempre temos denunciado, e que é a sua completa ineficácia política e a absoluta incapacidade de influenciar as decisões regionais internas do partido", concluiu.
+ Informações:
Fonte: PSD/Açores - Gabinete de Imprensa
Data: 2008-11-18 16:11:47
Visualizações: 271
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