Agência internacional garante saúde das finanças regionais
O ritmo de crescimento económico registado nos Açores assegura à Região capacidade para garantir o cumprimento das suas responsabilidades financeiras.
A afirmação consta de um relatório de notação financeira agora divulgado por uma das principais agências internacionais da especialidade, a Moody’s.
No documento, os Açores são classificados com o “rating” de Aa3, classificação que corresponde à quarta melhor posição numa lista de 21.
Segundo a Moody’s, a Região revela uma posição com perspectivas futuras de grande estabilidade, ultrapassando, pela primeira vez, a Madeira.
Além da capacidade financeira da Região para o cumprimento efectivo dos compromissos assumidos, a agência destaca a concretização pelo Governo, nos últimos anos, de um “ambicioso” programa de investimentos, financiado por receitas efectivas e traduzido no aumento real de postos de trabalho e na convergência com os padrões de crescimento nacionais e da União Europeia.
O relatório da Moddy’s demonstra, ainda, que os Açores mantêm uma trajectória estável, com uma evidente minimização dos riscos inerentes à instabilidade dos mercados internacionais a que hoje se assiste.
Para o vice-presidente do Governo, a boa classificação das finanças públicas regionais ao nível internacional “confirma a estabilidade e consolidação das finanças públicas regionais, constituindo mais um factor gerador de confiança para as famílias e empresas açorianas”.
Apesar do actual momento de crise que se vive na maioria dos mercados financeiros não há, na Região, motivos para alarme, sendo possível assegurar que o Governo tem condições para “assumir efectivamente todos os compromissos e investimentos planeados”, acrescentou Sérgio Ávila.
O vice-presidente do Executivo considerou, igualmente, que o reconhecimento internacional é tão mais importante e significativo quando surge “enquadrado num cenário de grande instabilidade nos mercados financeiros internacionais, a que tem correspondido uma baixa no rating generalizada das entidades avaliadas”.
Segundo explicou, a boa avaliação das finanças da Região surge associada a “uma significativa melhoria que se deve ao aumento das transferências externas através da nova Lei de Finanças Regionais e do novo Quadro Comunitário de Apoio, ao aumento das receitas próprias da Região, à redução de despesas correntes, à boa gestão da divida pública directa, à diminuição da concessão de avales (ao contrário do que se tem registado na Madeira) e à consolidação do sector público empresarial”.

A afirmação consta de um relatório de notação financeira agora divulgado por uma das principais agências internacionais da especialidade, a Moody’s.
No documento, os Açores são classificados com o “rating” de Aa3, classificação que corresponde à quarta melhor posição numa lista de 21.
Segundo a Moody’s, a Região revela uma posição com perspectivas futuras de grande estabilidade, ultrapassando, pela primeira vez, a Madeira.
Além da capacidade financeira da Região para o cumprimento efectivo dos compromissos assumidos, a agência destaca a concretização pelo Governo, nos últimos anos, de um “ambicioso” programa de investimentos, financiado por receitas efectivas e traduzido no aumento real de postos de trabalho e na convergência com os padrões de crescimento nacionais e da União Europeia.
O relatório da Moddy’s demonstra, ainda, que os Açores mantêm uma trajectória estável, com uma evidente minimização dos riscos inerentes à instabilidade dos mercados internacionais a que hoje se assiste.
Para o vice-presidente do Governo, a boa classificação das finanças públicas regionais ao nível internacional “confirma a estabilidade e consolidação das finanças públicas regionais, constituindo mais um factor gerador de confiança para as famílias e empresas açorianas”.
Apesar do actual momento de crise que se vive na maioria dos mercados financeiros não há, na Região, motivos para alarme, sendo possível assegurar que o Governo tem condições para “assumir efectivamente todos os compromissos e investimentos planeados”, acrescentou Sérgio Ávila.
O vice-presidente do Executivo considerou, igualmente, que o reconhecimento internacional é tão mais importante e significativo quando surge “enquadrado num cenário de grande instabilidade nos mercados financeiros internacionais, a que tem correspondido uma baixa no rating generalizada das entidades avaliadas”.
Segundo explicou, a boa avaliação das finanças da Região surge associada a “uma significativa melhoria que se deve ao aumento das transferências externas através da nova Lei de Finanças Regionais e do novo Quadro Comunitário de Apoio, ao aumento das receitas próprias da Região, à redução de despesas correntes, à boa gestão da divida pública directa, à diminuição da concessão de avales (ao contrário do que se tem registado na Madeira) e à consolidação do sector público empresarial”.
+ Informações:
Fonte: GaCS/AP/SAS
Data: 2008-11-26 10:43:06
Visualizações: 169
Data: 2008-11-26 10:43:06
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