Decisores políticos devem pautar conduta por valores e princípios inalienáveis
O secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos defendeu hoje, na Ribeira Grande, que os decisores políticos devem ter sempre presentes, na sua conduta, valores e princípios inalienáveis como “a probidade, a ética da responsabilidade e um permanente horizonte, o do bem comum”.
José Contente falava na cerimónia de abertura, a que bpresidiu em representação do presidente do Governo, do seminário internacional “Totalitarismo, Autoritarismo e Respostas Democráticas”, a decorrer no Teatro Ribeiragrandense.
O governante sustentou ainda que, ao contrário do que alguns pretendiam fazer crer anteriormente ao 25 de Abril, “a liberdade não é uma ameaça, o pluralismo não segmenta e a modernidade não é caminho para o caos”.
Segundo referiu, também os Açores, hoje em dia, “estão diferentes e actualizam a sua democracia quando reconhecem a emergência de novos valores”.
Para José Contente, a própria Autonomia Regional actualiza-se “quer ao nível do governo da polis, quer no combate corajoso às incompreensões dos que ainda não passaram o estádio do entendimento que fazem da autoridade como centralização de poderes”.
Disse também que a nossa democracia, que é filha da revolução de Abril, “deve continuar a trilhar os caminhos da razão, da justiça social e da modernidade”, adiantando que os Açores precisam “consolidar a sociedade democrática atendendo a fenómenos como a globalização, que unifica mas também segmenta”.
Defendeu ainda a necessidade de sermos “críticos das finalidades da ciência e da técnica” e de estarmos atentos ao mercado de emprego, como ao movimento de entrada de pessoas na nossa Região, onde podem alicerçar-se novos contributos para o processo de globalização associada às ‘linguagens públicas e privadas’ que emergem destas novas relações inter-pessoais.
Entre as respostas democráticas que se exigem a cada momento, o secretário regional destacou as que contribuem para melhorar a representação e a representatividade das pessoas e organizações, “como fizemos com o novo sistema eleitoral, em prol da equidade e do desenvolvimento dos Açores”.
É igualmente por isso, que os Governos presididos por Carlos César, após uma “intensa marcha de devolução às empresas de sectores e actividades económicas”, têm igualmente contratualizada com centenas de organizações não governamentais a prestação de serviços, tendo criado mesmo incentivos para que “as nossas comunidades assumam crescentemente a condução dessas políticas sociais”, considerou.

José Contente falava na cerimónia de abertura, a que bpresidiu em representação do presidente do Governo, do seminário internacional “Totalitarismo, Autoritarismo e Respostas Democráticas”, a decorrer no Teatro Ribeiragrandense.
O governante sustentou ainda que, ao contrário do que alguns pretendiam fazer crer anteriormente ao 25 de Abril, “a liberdade não é uma ameaça, o pluralismo não segmenta e a modernidade não é caminho para o caos”.
Segundo referiu, também os Açores, hoje em dia, “estão diferentes e actualizam a sua democracia quando reconhecem a emergência de novos valores”.
Para José Contente, a própria Autonomia Regional actualiza-se “quer ao nível do governo da polis, quer no combate corajoso às incompreensões dos que ainda não passaram o estádio do entendimento que fazem da autoridade como centralização de poderes”.
Disse também que a nossa democracia, que é filha da revolução de Abril, “deve continuar a trilhar os caminhos da razão, da justiça social e da modernidade”, adiantando que os Açores precisam “consolidar a sociedade democrática atendendo a fenómenos como a globalização, que unifica mas também segmenta”.
Defendeu ainda a necessidade de sermos “críticos das finalidades da ciência e da técnica” e de estarmos atentos ao mercado de emprego, como ao movimento de entrada de pessoas na nossa Região, onde podem alicerçar-se novos contributos para o processo de globalização associada às ‘linguagens públicas e privadas’ que emergem destas novas relações inter-pessoais.
Entre as respostas democráticas que se exigem a cada momento, o secretário regional destacou as que contribuem para melhorar a representação e a representatividade das pessoas e organizações, “como fizemos com o novo sistema eleitoral, em prol da equidade e do desenvolvimento dos Açores”.
É igualmente por isso, que os Governos presididos por Carlos César, após uma “intensa marcha de devolução às empresas de sectores e actividades económicas”, têm igualmente contratualizada com centenas de organizações não governamentais a prestação de serviços, tendo criado mesmo incentivos para que “as nossas comunidades assumam crescentemente a condução dessas políticas sociais”, considerou.
+ Informações:
Fonte: GaCS/FG
Data: 2008-11-27 10:24:50
Visualizações: 127
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